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Presidente do TRE-RJ pede aos eleitores que compareçam às urnas e destaca segurança para o segundo turno

Agência Brasil

O segundo turno das eleições mobiliza, neste domingo, um dos colégios eleitorais mais expressivos do Brasil. Diante da relevância do pleito, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), desembargador Claudio de Mello Tavares, fez um apelo direto aos quase 13 milhões de eleitores fluminenses. Em pronunciamento oficial, o magistrado reforçou a necessidade de participação popular, classificando o ato de votar como um compromisso fundamental para a consolidação da democracia no país.

O chamamento ocorre em um momento de atenção política, onde a abstenção costuma ser um desafio para a Justiça Eleitoral. Tavares enfatizou que o voto não é apenas uma obrigação legal, mas uma conquista histórica da sociedade brasileira que permite a cada indivíduo influenciar diretamente os rumos da nação. Segundo o desembargador, a legitimidade das instituições depende da presença ativa do cidadão nos locais de votação, independentemente de sua classe social ou região geográfica.

Segurança e apoio das Forças Armadas no estado

Uma das principais preocupações do eleitorado, especialmente em territórios com desafios crônicos de segurança pública como o Rio de Janeiro, é a garantia de um ambiente pacífico para o exercício do sufrágio. Sobre esse ponto, o presidente do TRE-RJ foi enfático ao garantir que todas as medidas preventivas foram rigorosamente planejadas e executadas. O esquema de segurança para este domingo conta com um contingente robusto, envolvendo diferentes esferas de atuação.

A Polícia Militar mantém o patrulhamento ostensivo em todo o estado, com foco redobrado nos arredores das seções eleitorais. Além disso, as Forças Armadas voltaram a compor a estrutura logística e de proteção em pontos estratégicos, assegurando que o direito de escolha do cidadão seja respeitado sem interferências externas ou coerções. O objetivo, segundo Tavares, é permitir que o eleitor saia de casa com tranquilidade, confiando que o Estado está presente para proteger o processo democrático.

Expectativa de agilidade e mudanças na votação

Diferente do primeiro turno, quando os eleitores precisaram escolher representantes para seis cargos distintos (deputado federal, estadual, dois senadores, governador e presidente), a dinâmica deste domingo promete ser consideravelmente mais rápida. Com a disputa concentrada apenas no cargo de presidente da República para a maioria das cidades, o tempo de permanência na cabine de votação será reduzido drasticamente.

Essa simplificação do processo leva a Justiça Eleitoral a prever a ausência de filas longas, um problema que gerou reclamações e desgaste em diversos pontos do Rio de Janeiro na etapa anterior. O tribunal espera que o fluxo contínuo de pessoas incentive aqueles que, por vezes, desistem de votar devido ao tempo de espera. No entanto, é importante que o eleitor esteja atento ao fato de que, mesmo sendo um processo rápido, o comparecimento deve ocorrer dentro do horário previsto para evitar contratempos de última hora.

Eleição suplementar em Itaguaí

Apesar da regra geral de voto único para presidente, o município de Itaguaí, na Região Metropolitana, vive uma situação atípica. Os eleitores da cidade terão que passar por dois processos de escolha na urna eletrônica: primeiro para o cargo de presidente e, logo em seguida, para prefeito, em uma eleição suplementar. O TRE-RJ orienta que os cidadãos de Itaguaí se preparem para essa etapa adicional, garantindo que a sucessão municipal também seja decidida conforme as normas vigentes.

Logística e locais de votação

Quanto à infraestrutura física, o TRE-RJ informou que a estabilidade é a marca deste segundo turno. Dos 5.040 locais de votação espalhados pelo território fluminense, apenas dois sofreram alterações em relação ao primeiro turno. As mudanças ocorreram em Brás de Pina, na Zona Norte, e em Jardim Sulacap, na Zona Oeste da capital, motivadas por questões estruturais nos prédios que originalmente abrigariam as seções.

Para todos os demais eleitores, o local de votação permanece o mesmo. O tribunal também aproveitou para esclarecer uma dúvida comum: quem não compareceu às urnas no primeiro turno pode e deve votar normalmente no segundo turno, desde que sua situação eleitoral não possua outros impedimentos legais. Cada turno é tratado como uma eleição independente pela Justiça Eleitoral, reforçando o caráter inclusivo do sistema brasileiro.

Acompanhe a cobertura completa das eleições e as principais atualizações sobre o cenário político e social no Impacto1 Jornal. Nosso compromisso é levar até você a informação com profundidade, responsabilidade e o contexto necessário para entender os fatos que moldam o futuro do Rio de Janeiro e do Brasil. Continue conosco para conferir os resultados e as análises pós-pleito.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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